PÓS-COLHEITA - Sem desperdício
Data: 03/05/2010
A previsão da Conab é de que o Brasil produza 66,73 milhões de toneladas de soja na safra 2009/2010, 16,7% a mais que a safra anterior.
Entretanto, por mais que as previsões de colheita sejam exatas, não se pode contar com este volume liquido e certo. Existe uma diferença considerável entre o que sai da lavoura e o que chega efetivamente a produção agroindustrial.
Neste ponto é necessário fazer a distinção entre perdas de colheita e pós-colheita. As primeiras devem-se, a efeitos climáticos, falta de manutenção de equipamentos e capacitação pessoal. As segundas, a todas as etapas posteriores a colheita, até a produção de alimentos.
Estudos afirmam que as perdas giram em torno de 20% a 25% de tudo o que é produzido na agricultura Brasileira, e que a fase de armazenamento é a responsável pelo maior volume de prejuízos. Decorrentes da insuficiência estrutural da rede de armazéns, baixo nível de qualificação da mão de obra que opera secadores, câmaras de expurgo, aeradores, e outros equipamentos de recepção, movimentação e conservação dos produtos.
A armazenagem parece ser uma atividade simples, mas não é, requer conhecimentos básicos dos processos físicos, químicos e biológicos do sistema. Uma unidade armazenadora esta mais para uma fábrica do que para uma estrutura rural. E, como toda fabrica a capacitação de mão de obra é prevenção de prejuízo, uma unidade operada por uma equipe bem treinada, perde-se muito menos que em outras com pessoal não qualificado.
Entretanto, por mais que as previsões de colheita sejam exatas, não se pode contar com este volume liquido e certo. Existe uma diferença considerável entre o que sai da lavoura e o que chega efetivamente a produção agroindustrial.
Neste ponto é necessário fazer a distinção entre perdas de colheita e pós-colheita. As primeiras devem-se, a efeitos climáticos, falta de manutenção de equipamentos e capacitação pessoal. As segundas, a todas as etapas posteriores a colheita, até a produção de alimentos.
Estudos afirmam que as perdas giram em torno de 20% a 25% de tudo o que é produzido na agricultura Brasileira, e que a fase de armazenamento é a responsável pelo maior volume de prejuízos. Decorrentes da insuficiência estrutural da rede de armazéns, baixo nível de qualificação da mão de obra que opera secadores, câmaras de expurgo, aeradores, e outros equipamentos de recepção, movimentação e conservação dos produtos.
A armazenagem parece ser uma atividade simples, mas não é, requer conhecimentos básicos dos processos físicos, químicos e biológicos do sistema. Uma unidade armazenadora esta mais para uma fábrica do que para uma estrutura rural. E, como toda fabrica a capacitação de mão de obra é prevenção de prejuízo, uma unidade operada por uma equipe bem treinada, perde-se muito menos que em outras com pessoal não qualificado.
